domingo, 6 de janeiro de 2008
O guerreiro de fé nunca gela, não agrada o injusto e não amarela, o rei dos reis foi traído e sangrou nessa terra, morrer como um homem é o prêmio da guerra. Mas ó, conforme for se precisar, afogar no próprio sangue assim será, nosso espírito é imortal sangue do meu sangue, entre o corte da espada e o perfume da rosa, sem menção honrosa, sem massagem, a vida é loka nêgo, nela eu tô de passagem...
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